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DBA adquire conhecimento para vendas e criação de soluções

Fonte: Partners Ecosystem

Ao utilizar produtos Oracle para sua gestão, a parceira DBA adquire conhecimento para vendas e criação de soluções.

Quando precisamos tomar uma decisão, costumamos recorrer à ajuda de alguém que tenha experiência no assunto – pode ser a compra de um carro, uma mudança de emprego ou a escolha de um fornecedor para prestação de serviços. Na área de TI não é diferente. Se uma empresa decide implementar uma solução, o primeiro passo é pesquisar quem já fez o mesmo para entender todos os aspectos da novidade.

Quando a DBA Engenharia de Sistemas vende uma solução, ela é a própria referência para o cliente. Em todos os seus processos, a tecnologia Oracle está presente: banco de dados, servidor de aplicações e diversos módulos do E-Business Suíte, como Oracle Sales, Financials, Projects, Procurement Management, Colaboration e Resource. “Esse diferencial remete a uma grande credibilidade, pois somos usuários das soluções que vendemos”, explica Wagner Rangel, gerente do projeto ODC (Offshore Delivery Center) da DBA.

Desde 2004, a empresa migrou seu banco de dados e ERP para Oracle. Na ocasião, a parceira decidiu rever seus processos para dar suporte ao crescimento da organização. “Estávamos criando uma subsidiária em Frankfurt e precisávamos de processos definidos para toda a companhia”, diz o presidente da DBA, Danilo Meth.

A DBA conta com 2,5 mil colaboradores no Brasil e em países como Alemanha, Estados Unidos, Peru e México para clientes de grande porte nas áreas de finanças, telecomunicações e seguradoras. A corporação desenvolve três modelos de negócios: Production Capacity (terceirização via SLA), Closed Project (projeto implementado em um prazo determinado) e Time Material (terceirização de recursos humanos).

SERVIÇOS DIVERSOS

Devido à complexidade dos serviços prestados, por ocasião da compra das soluções Oracle, todos os processos da empresa foram redesenhados, em conjunto com a UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro). O modelo de gestão compreendia processos, melhores práticas, sistemas, políticas, diretrizes e normas que atendessem às práticas do eSCM (eSourcing Capability Model), visando a qualidade de entrega, transparência, redução de custos e serviços.

Sustentada em três pilares – eSCM, Governança Corporativa e PSA (Professional Services Automation), ferramenta da Oracle que automatiza os negócios –, a reestruturação durou 30 meses e teve como objetivo aumentar a visibilidade das operações da empresa e institucionalizar o processo de vendas, alcançado com o módulo Oracle Sales.

A apenas dois meses da finalização de toda a implementação, alguns ganhos podem ser observados, principalmente em vendas e no relacionamento com o cliente, que pode acompanhar o seu projeto. A partir da quinta semana do início de um novo negócio, a empresa cria um portal de relacionamento, atualizado em tempo real, que permite ao cliente acessar e visualizar toda a documentação e o status dos serviços prestados.

“Como todos os clientes são de grande porte, essa ferramenta facilita a visualização do andamento do que está sendo feito”, diz Meth. “Já que está tudo integrado, não foi difícil dispor as informações no portal, e, de quebra, a solução faz parte de um conjunto de medidas de Governança Corporativa, entre as quais a auditoria externa da KPMG, existente há quatro anos”, completa.

Os recursos de R$ 6,5 milhões foram destinados ao projeto também contemplando os investidores, o que já aumentou o valor da empresa no mercado. Meth não revela quanto, mas garante que a modelagem diferenciou a companhia da concorrência, atraiu novos clientes e ainda vai permitir a abertura do capital.

FUNCIONALIDADE MODERNA

A aquisição do E-Business Suite proporcionou uma arquitetura alinhada aos requisitos de negócio, o SOA – Service Oriented Arquitecture. “A vantagem é que é possível reutilizar serviços de qualquer parte do modelo de negócios”, diz Rangel, lembrando que antes do SOA o processo de negócios ou serviços eram funcionais, ou seja, o modelo não permitia a reutilização de serviços.

Dessa forma, o negócio é que tinha de se adaptar à tecnologia existente, e não o contrário. Agora, a empresa tem 80% de seus processos de negócios com possibilidades de reutilização, já que as partes do ERP da Oracle atendem ao fluxo de trabalho e aos requisitos. Por exemplo, em linhas gerais, um mecanismo de recrutamento e seleção envolve cadastro de candidatos, recrutamento, entrevista, testes, seleção e contratação. Se a empresa precisa apenas realocar um funcionário, no modelo tradicional não é possível executar a tarefa de forma automatizada, o que gera dificuldades e retrabalho. Já na Arquitetura Orientada a Serviços, basta utilizar apenas algumas partes desse processo já existente, de acordo com a granularidade do sistema. “O SOA traz economia de tempo e dinheiro”, resume Rangel.
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DBA - Tecnologia da Inovação Inteligente