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Certificações em todo lugar Fonte: Revista 100 Maiores Serviços Corporativos
Com aporte de R$ 4,5 milhões em melhoria de processos e implementação de metodologias, a DBA cresce 24% e é o destaque do ano.
Criada em 1988, a DBA cresceu em ritmo acelerado nos últimos cinco anos, sendo que nos dois últimos exercícios dobrou de tamanho, com foco em sistemas sob medida para grandes projetos de TI. Para 2005, a companhia projeta um faturamento de 200 milhões de reais, contra 180 milhões de reais no ano passado, e saindo de 8,5 milhões de reais em serviços para o exterior para 20 milhões de reais, com 10 milhões de reais de exportação de software contra 1 milhão de reais em 2004.
“Vivemos continuamente de serviços. Chegamos ao desenvolvimento dos processos de negócios, e evoluímos da construção dos aplicativos até a implementação”, aponta Danilo Meth, fundador e sócio-diretor da DBA. Ao todo, a companhia possui algo entre 1,4 mil e 1,5 mil analistas e programadores. Um grupo destes profissionais foi treinado nas práticas de ITIL e ainda em plataformas específicas de acordo com o foco de desenvolvimento. Para a área de governo, por exemplo, a orientação é trabalhar com a linguagem Java com Linux; enquanto na área de telecom a ênfase é na implementação de pacotes.
A empresa investiu pesado em certificações como PMI e Function Point – uma medição de código que traduz o esforço de produção das linhas homem/hora – para aprimorar o corpo funcional. Especificamente no desenvolvimento de software, conquistou o certificado CMM (Capability Maturity Model Integration) e nível 3. “A metodologia cobre todas as etapas, do desenvolvimento de processos à arquitetura, manutenção dos aplicativos e até mesmo a implantação e outsourcing de processos”, enumera. Além disso, a DBA conquistou o certificado ISCM, que coordena essas várias práticas e cobre toda a camada de processos associados, como o ITIL e Cobit.
No total, a empresa investiu 4,5 milhões de reais na melhoria dos processos e metodologias voltados ao desenvolvimento de software em 2004 e deve repetir estes números em 2005. “Buscamos agora modelos específicos de melhores práticas para os segmentos de finanças e petróleo. Queremos oferecer novos desenhos de serviço e avançar ainda mais na gestão interna e no gerenciamento dos projetos, desenhando toda a aplicação e os serviços”, aponta.
Além disso, a empresa conta com a estrutura de sua fábrica de software, com base no Rio de Janeiro, São Paulo, Salvador, Manaus e Brasília, que pode desenvolver tanto para o ambiente cliente/servidor como mainframe. Meth admite que com os investimentos e a estrutura atual a DBA está apta a disputar um maior espaço no desenvolvimento de aplicações voltadas para o mercado externo, cujo principal alvo são os Estados Unidos. O próximo passo da empresa é a incorporação do ISCM de nível 2, que certifica a garantia de entregar exatamente aquilo que é prometido.
A companhia trabalha dentro do conceito de verticais e segmentos de negócios, com forte envolvimento nas áreas de Finanças, Energia e Telecomunicações. E entre os clientes da empresa que demandaram projetos em 2004 estão Petrobrás, Light, Ceming e CPFL, além do segmento financeiro, um setor forte para a empresa, com projetos no Bradesco, Santander, Citibank e Caixa Econômica Federal, entre outros.
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