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DBA alcança nível 3 do CMM Fonte: B2B Magazine
As empresas brasileiras começam a alçar vôos mais altos tendo o CMM como bússola. A DBA Engenharia de Sistemas, empresa especializada no desenvolvimento e manutenção de aplicações de negócio, foi uma das primeiras empresas de capital 100% nacional cuja fábrica de software é avaliada como nível 2 do Capability Maturity Model, e anuncia que atingiu o nível 3. De acordo com a classificação proposta pela certificação, agora, os processos da organização estão definidos, ou seja, estão caracterizados e bem entendidos.
O programa de melhorias da companhia contou, desde o seu início, com o apoio de consultoria, treinamentos e avaliações da Integrated System Diagnostics Brasil (ISD Brasil), empresa reconhecida pelo Software Engineering Institute (SEI), criador do CMM, e única no país habilitada a fazer avaliações segundo o modelo com profissionais brasileiros.
Carlos Alberto Caram, diretor executivo da ISD Brasil e avaliador credenciado para o CMM e para o CMMI, considera a consecução do nível 3 um patamar importante na jornada da DBA. "A partir do nível três a organização passa a ter uma base sólida para levantar vôos mais altos", comenta.
Em seis anos de atuação a Fábrica de Software da DBA - que responde por 60% do faturamento da empresa - já desenvolveu cerca de 100 projetos de soluções de tecnologia da informação para setores como os de óleo e gás, de energia elétrica, financeiro e de telecomunicações. Recentemente, a empresa criou um projeto de solução de atendimento a clientes para uma administradora italiana de cartões de crédito, a CartaSi. "Nossa fábrica está no mesmo patamar das três grandes fábricas brasileiras de software", avalia Ricardo Costa, diretor da Fábrica de Software da DBA.
A conquista do mercado externo era justamente um dos objetivos da empresa ao dar início ao seu projeto de certificação. "O cliente que está longe, no exterior, sabe que correrá menos riscos se o fornecedor procurado possuir o CMM", diz o diretor. Desde o início de 2004, a empresa desenvolve softwares que são embarcados nos aparelhos celulares da Siemens Mobile, da Alemanha. Da Zona Franca, em Manaus, os produtos de software desenvolvidos pela companhia são distribuídos pela Siemens para o mundo inteiro.
Segundo Costa, o CMM contribui também com uma melhor prestação de serviços de pós-entrega e de acompanhamento de projetos e com o compartilhamento de experiências. "Podemos aumentar a eficiência das atividades de proposição de soluções suportados pelas experiências anteriores", diz.
A DBA agora segue em seu programa de melhoria contínua, "rumo ao CMMI", conclui Ricardo Costa. A meta da DBA é ser a primeira empresa brasileira a chegar ao nível 3 do CMMI.
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