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Proteção 3 em 1 bloqueia invasões Fonte: Jornal do Brasil
A criptografia, smart cards e biometria são técnicas de segurança refinadas, utilizadas por bancos e empresas que precisam transmitir dados importantes. A DBA e a Tauá Biomática desenvolveram um aparelho que une as tecnologias e promete dar muito trabalho aos fraudadores digitais.
"O ZYT é o primeiro equipamento no mundo a integrar leitor de impressão digital, certificação por chaves criptográficas, smart card e um visor da operação", afirma o diretor da Tauá, Marcio Lima.
O aparelho tem 15 cm de altura e 10 cm de largura, e é compatível com desktops e notebooks. O processo de certificação envolve três fases. Primeiro, o usuário insere seu smart card no aparelho e a sua chave privada é reconhecida. Em seguida, é preciso passar o dedo no sensor (que verifica a impressão digital e faz um teste térmico, evitando fraudes como dedos de silicone). Sua leitura é comparada com o mapa da impressão digital, que também é armazenado no cartão. Por fim, a chave digital única em cada ZYT é testada e toda a operação pode ser acompanhada pelo visor.
"Ele garante mais segurança. Se um cavalo de tróia, por exemplo, alterar valores, é possível identificar a fraude", afirma Lima.
O software do ZYT foi desenvolvido em Linux. Acordos estão sendo feitos com instituições financeiras e órgãos do setor público.
"Estamos fechando negócios com duas instituições bancárias. Ele será vendido por um preço bastante competitivo em relação a outros equipamentos de segurança", garante a diretora de Mercado Financeiro da DBA Patrícia Freitas, 33 anos.
Com o crescimento da biometria e outras técnicas de proteção, que saíram das telas de cinema e estão cada vez mais corriqueiras, o uso doméstico do ZYT não é descartado. Uma das aplicações possíveis é a proteção de documentos de texto, facilmente inserida dentro dos softwares de edição.
"Para o usuário comum, o ZYT é como um tiro de canhão numa mosca. Mas, com ele, tornamos as senhas obsoletas", comemora Marcio.
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